O abraço é a troca de carinho que mais gosto; é inexplicável e não há um como o outro. Todos são memoráveis, uns mais, outros nem tanto; é disso que sinto falta.
E se fosse possível trocar lágrimas por abraços? Será que assim eu poderia acreditar que vale a pena esperar por um abraço sincero? Será que para ser sincero é necessário algum tipo de sofrimento?
A verdade é que a enxaqueca ocasionada por um motivo desconhecido não passa e quanto mais penso nisso, mais me sinto vulnerável. Não é preciso ser vulnerável, previsível.
O que fazer então com esse frio na barriga, as palpitações, os questionamentos e as incertezas quanto à espera de um abraço em especial? Nada.
Muito provavelmente aquele velho discurso de que "quando for para ser, será" virá a calhar, mesmo que nesse momento a paciência já tenha excedido seus limites e eu talvez tenha desistido.
Realmente, isso me consola. Um abraço me consola. Por enquanto, o doce abraço da paciência.
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